Uma rede de clínicas odontológicas em Brasília faturava R$ 3,2 milhões/ano no Lucro Presumido. O contador dizia que era o melhor regime. O sócio nunca questionou.
Quando nos procurou para uma consultoria, fizemos uma análise comparativa entre regimes. Descobrimos que a migração para o Simples Nacional com segregação de receitas reduziria a carga tributária em 38%.
Além disso, identificamos R$ 420 mil em tributos pagos a maior nos últimos 5 anos — valores que a empresa tinha direito de recuperar via compensação administrativa.